Os Missionários da Consolata encerraram no fim de semana, de 21 e 22 de Junho, no Missão-Santuário de Nossa Senhora da Consolata de Massangulo (Niassa) as comemorações do Centenário da sua presença e missão em Moçambique. Nos 100 anos da sua história houve sofrimento, fracasso, a alegria de partilhar, a coragem de começar, a confiança para continuar e sobretudo muita obra feita e muitas vidas potenciadas pela sua ação.
Por esta razão, missionários e centenas de peregrinos oriundos das paróquias e missões de Moçambique fundadas por este instituto da Consolata marcaram presença em Massangulo para dar graças a Deus pela evangelização e promoção humana, obra de centenas de Padres e Irmãos, do Rovuma ao Maputo, do Índico ao Zumbo.
Foi próprio no distrito de Zumbo, na Missão de São Pedro Claver de Miruro, na actual Diocese de Tete, que os primeiros missionários da Consolata chegados a Moçambique em 1925 iniciaram a sua actividade evangelizadora em Moçambique.
Há cerca de 10 anos atrás voltaram a esta antiga missão, e iniciaram um importante trabalho de evangelização, ainda não acabado, nesta região leste da Diocese de Tete (os distritos de Zumbo e da Marávia) que ficou durante quase 50 anos abandonada, privada de missionários.
Apoiados na fidelidade de Deus e na companhia de Maria Consolata, e a exemplo do São José Allamano, seu Fundador, rezemos para que o vento do Espírito os lance para o futuro, com a confiança posta n’Ele porque Jesus encarnou e precedeu-nos na construção de um mundo mais humano, mais solidário, onde reina a bondade, a verdade e a justiça.